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A qualidade que o consumidor percebe

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A tecnologia BeefSense atua na estrutura do tecido muscular, agindo nos sítios de clivagem de proteínas estruturais da carne, como Nebulina, Troponina T, Titina e Desmina.

 

Essa ação acelera a degradação natural das proteínas estruturais das fibras musculares, resultando em melhor percepção sensorial aos consumidores.

 

Sem qualquer adição química, a tecnologia BeefSense impacta positivamente atributos importantes, tais como, maciez, suculência, textura e sabor, sempre preservando as características naturais do alimento.

A BeefSense

Proteinas estruturais

Proteínas estruturais como Nebulina, Troponina T, Titina e Desmina desempenham papel fundamental na organização das fibras musculares e no processo de amaciamento pós-abate, influenciando diretamente maciez, textura, elasticidade e integridade estrutural da carne.

  • Proteína estrutural associada aos filamentos finos (actina).

    • Estabiliza a organização da fibra muscular

    • Contribui para a uniformidade da textura

    • Ajuda na integridade estrutural após a cocção

  • Parte do complexo troponina, responsável pela regulação da contração muscular.​

    • Relacionada ao processo de amaciamento pós-abate

    • Sua degradação está associada ao aumento da maciez percebida

    • Influencia a resposta estrutural da fibra muscular

  • Proteína elástica gigante do sarcômero.​

    • Determina a elasticidade e resiliência da fibra muscular

    • Relacionada à maciez e sensação ao mastigar

    • Contribui para a organização estrutural interna

  • Proteína que conecta e organiza as miofibrilas.​

    • Mantém a coesão e organização da fibra muscular

    • Sua degradação contribui para o processo natural de amaciamento

    • Influencia textura e consistência estrutura

Redução da força de cisalhamento (WBSF)

O gráfico demonstra a redução da força de cisalhamento da carne após a aplicação frequencial, em comparação ao grupo controle. A força de cisalhamento é um dos principais indicadores instrumentais de maciez, sendo que valores menores indicam carne mais macia. Observa-se diminuição da resistência estrutural da fibra muscular, refletindo em melhora da maciez percebida.

• O que mede: força necessária para cortar a carne (relação direta com maciez).

• Por que importa: reduz reclamações (“carne dura”) e aumenta recompra; é o KPI mais valorizado pelo consumidor.

Controle: ~6.5 kg
ELF-EMF: ~5.1 kg


Redução: ~21% → maior maciez

Comprovação Científica

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Acesse o estudo completo
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